Málkian II: a torre d’alquimia
Em meio a profecias antigas, criaturas mágicas e uma torre lendária que guarda os segredos da magia, Hanvet e seus companheiros enfrentam forças sombrias que ressurgem após séculos. A busca pela Torre d’Alquimia e por verdades esquecidas definirá o destino de Málkian, enquanto um novo perigo se aproxima para mudar a história mais uma vez.
Málkian II: a torre d’alquimia
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SOBRE O LIVRO
O ano é 1337 da Era de Lúmin, o narrador ou narradora encontra-se numa estação de trem. Todos se abrigam do frio de uma região montanhosa chamada Noruta, a cadeia onde, muito tempo atrás, vivera a ladra Nina e existira uma imensa torre onde vivia um dragão. A Torre d’Alquimia tinha sido conquistada pelos primeiros Guerreiros Sagrados de Lúmin e seria onde, no ano 836, o jovem Hennet iniciaria sua jornada para sagrar-se o Cavaleiro Elemental. O herdeiro do Rei Vicente, que vencera o dragão que, oito séculos depois, seguia guardando um dos principais santuários da magia.
“Tão perto, não importa o quão longe, acho que assim se conta essa história”, diz o narrador, antes de voltar quinhentos anos no tempo.
Após fugirem do Reino de Quélsian, onde o espelho mágico de Beatrícia Verlóglien os encontraria, o Velho Guru, Lorena, Hennet e Fred buscam por Nina na serra de Noruta. Lá, encontram criaturas mágicas como os nanoruques e os fadas. Mas, principalmente, deparam-se com o Dórian, como chamam em Málkian o dragão dourado, guardião da criação pela deusa Messa. Na segunda etapa desta jornada, contada pelo anônimo narrador ou narradora do ano 1337, Hennet lutará para ser cavaleiro, e o restante do grupo vai buscar os mistérios escondidos pelos diários de Beatrícia. Enquanto isso, Marcus Lian traz a Quélsian uma arma poderosa que vai mudar a história de Málkian: a pólvora.
SOBRE O AUTOR
Hélio de Mendonça Rocha é jornalista, escritor e historiador.
É repórter de política internacional, tendo sido enviado especial à África e Palestina; e correspondente em Pequim. Como escritor, é autor da série infantojuvenil Málkian, épico em estilo tolkieniano, e da epopeia In Ventis, poema em estilo camoniano sobre a invenção do avião por Santos Dumont.
Na historiografia, pesquisa as áreas História da Ciência, História da Aviação e Império Romano Tardio.


















